A morte do adolescente João Arthur Santana da Silva, de 16 anos, em Nioaque (MS), dante da repercussão do caso, o Hospital de Pequeno Porte Aroldo Lima Couto divulgou uma nota oficial para esclarecer o atendimento prestado ao jovem.
Na manifestação, a unidade de saúde começou expressando solidariedade aos familiares e amigos do adolescente.
“O Hospital de Pequeno Porte Aroldo Lima Couto manifesta solidariedade aos familiares e amigos do menor J.A.S., expressando respeito e sensibilidade neste momento de dor e luto”, diz o comunicado.
Segundo a instituição, o adolescente foi atendido pela equipe médica e de enfermagem, que teria adotado as condutas e protocolos indicados para o quadro clínico apresentado.
Ainda conforme a nota, durante o atendimento houve agravamento do estado de saúde do paciente, sendo necessárias medidas de suporte avançado.
“Durante o atendimento houve agravamento do estado clínico do paciente, sendo realizadas as medidas necessárias pela equipe médica e de enfermagem, incluindo procedimentos de suporte avançado”, informou o hospital.
Apesar das tentativas de estabilização, o quadro clínico evoluiu de forma desfavorável.
“Apesar de todos os esforços realizados pela equipe assistencial, infelizmente o quadro evoluiu de forma desfavorável”, acrescenta a instituição.
Por fim, o hospital reafirmou compromisso com o atendimento à população e informou que permanece à disposição da família para prestar esclarecimentos.
“O Hospital Aroldo Lima Couto reafirma seu compromisso com a assistência ética, responsável e humanizada à população de Nioaque”, conclui a nota.
Caso gerou denúncia da família
Como mostrado anteriormente pelo Jornal A Onça, familiares de João Arthur afirmam que o adolescente teria procurado atendimento médico com sintomas compatíveis com dengue e que o quadro teria se agravado antes de receber o atendimento que consideravam necessário.
A família cobra investigação e esclarecimentos sobre o atendimento prestado ao jovem.






