Estado mantém vigilância, mas população é essencial para eliminar focos do mosquito
Um simples recipiente com água parada pode se transformar em um foco de proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika. Em Mato Grosso do Sul, onde essas doenças seguem em circulação, a prevenção continua sendo a principal forma de proteção.
Mesmo com o trabalho contínuo das equipes de saúde, a maior parte dos criadouros ainda está dentro das casas ou nos quintais. Por isso, a orientação é que cada morador reserve alguns minutos por semana para vistoriar o imóvel e eliminar qualquer objeto que possa acumular água.
Dados recentes da Secretaria de Estado de Saúde apontam mais de 5 mil casos prováveis de dengue em 2026, com confirmações já registradas e mortes ainda em investigação. Os números reforçam o alerta para a necessidade de manter os cuidados ao longo de todo o ano.
O Estado mantém ações permanentes de vigilância, com monitoramento de casos, investigação de óbitos e controle do mosquito em parceria com os municípios. Ainda assim, especialistas destacam que o combate só é eficaz com a participação da população.
Entre as medidas recomendadas estão manter caixas d’água bem fechadas, limpar calhas, descartar corretamente recipientes, colocar areia em vasos de plantas e evitar o acúmulo de materiais nos quintais. A orientação também é permitir a entrada de agentes de endemias durante as visitas.
Em caso de sintomas como febre, dor no corpo, manchas na pele ou dores nas articulações, a recomendação é procurar uma unidade de saúde. A prevenção no dia a dia é o que ajuda a reduzir casos e proteger toda a comunidade.






