As investigações continuam para identificar a origem e o destino dos entorpecentes e aprofundar a estrutura do grupo investigado
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, por meio da 1ª Delegacia de Naviraí, deflagrou na manhã desta quarta-feira (17) a segunda fase da Operação “Elo Oculto”, que tem como foco o combate ao tráfico de drogas e à atuação de uma rede criminosa no município.
A ação resultou no cumprimento de três mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva, além de duas prisões em flagrante por tráfico de drogas. Outras duas pessoas também foram conduzidas por porte de drogas para consumo pessoal.
A operação foi executada pela Seção de Investigações Gerais da 1ª Delegacia de Polícia de Naviraí, com apoio da Delegacia de Atendimento à Mulher do município e da Seção de Investigações Gerais da Delegacia Regional de Fátima do Sul. A ação dá continuidade à primeira fase da operação, realizada em 21 de maio, quando já haviam sido feitas prisões em flagrante e apreensões de entorpecentes, incluindo drogas sintéticas, além de celulares e outros materiais ligados ao tráfico.
Com o avanço das investigações, a Polícia Civil identificou novos integrantes do grupo criminoso, incluindo fornecedores e intermediários responsáveis pela distribuição de drogas na cidade.
Em um dos endereços alvo, na Avenida Caarapó, foram apreendidos comprimidos de ecstasy (MDMA), MDA, maconha, haxixe e um aparelho celular. Um homem de 23 anos foi preso em flagrante por tráfico de drogas e também teve mandado de prisão preventiva cumprido.
Em outro imóvel, localizado na Avenida Ponta Porã, os policiais localizaram porções de cocaína, munições de calibre .22, celulares e dinheiro em espécie fracionado, encontrado no interior de uma caminhonete. No local, um homem de 38 anos também foi preso em flagrante por tráfico de drogas, além de ter contra si um mandado de prisão preventiva cumprido.
No terceiro ponto alvo de buscas, duas pessoas foram conduzidas após a apreensão de pequenas porções de maconha e dois pés da planta. As investigações continuam para identificar a origem e o destino dos entorpecentes e aprofundar a estrutura do grupo investigado.
A Operação “Elo Oculto” recebeu esse nome em referência às conexões identificadas ao longo da investigação, que revelaram vínculos antes desconhecidos entre fornecedores, intermediários e pontos de distribuição de drogas em Naviraí.






