Dados atualizados ajudam municípios e população a reforçar medidas de prevenção contra o Aedes aegypti
A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES) divulgou os resultados do segundo ciclo do Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2026, realizado no mês de maio em 76 municípios. O estudo é uma das principais ferramentas para orientar ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya em todo o Estado.
Com base nos dados, é possível identificar regiões com maior risco de infestação e direcionar estratégias mais eficazes de prevenção e controle, tanto por parte do poder público quanto da população.
Entre os municípios com índices considerados elevados, acima de 4, estão Eldorado, Santa Rita do Pardo, Ribas do Rio Pardo, Rio Negro, Bela Vista, Maracaju, Ponta Porã, Anastácio e Terenos. Nessas localidades, o alerta é redobrado, com intensificação das ações de combate ao mosquito.
Outros municípios, como Água Clara e Camapuã, aparecem próximos desse limite, o que reforça a necessidade de manter cuidados constantes para evitar o aumento da infestação.
Já nas cidades classificadas com risco médio, como Bataguassu, Porto Murtinho, Corumbá, Três Lagoas e Naviraí, a recomendação é seguir com o monitoramento contínuo e ações regulares, como eliminação de criadouros e visitas domiciliares.
Por outro lado, municípios como Ladário, Nioaque, Juti, Japorã, Dois Irmãos do Buriti e Deodápolis apresentaram índice zero. Mesmo assim, a orientação é manter a vigilância, já que o cenário pode mudar rapidamente.
A SES reforça que o levantamento deve ser analisado em conjunto com outros dados, como monitoramento por armadilhas e registros de casos, garantindo uma visão mais completa da situação em cada cidade.
Além das ações do poder público, a participação da população continua sendo fundamental. Medidas simples, como eliminar água parada, limpar calhas, manter caixas d’água fechadas e descartar corretamente o lixo, são essenciais para evitar a proliferação do mosquito.
O combate ao Aedes aegypti é contínuo e depende do esforço coletivo para reduzir riscos e proteger a saúde de todos.






