Operação Presciência cumpre seis mandados e apura possíveis irregularidades na aplicação de recursos previdenciários
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (25), a Operação Presciência para investigar possíveis irregularidades na aplicação de recursos do Regime Próprio de Previdência Social de Campo Grande.
A apuração começou após um relatório elaborado pela Coordenação-Geral de Auditoria do Ministério da Previdência Social apontar indícios de falhas no processo que levou o Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) a investir R$ 1,2 milhão em Letras Financeiras emitidas por um banco privado.
Segundo a investigação, servidores que participaram da tomada de decisão podem ter deixado de cumprir procedimentos técnicos e administrativos obrigatórios, seja por ação ou omissão. A conduta teria exposto o patrimônio da Previdência municipal a riscos.
Durante a operação, os agentes federais cumpriram seis mandados de busca e apreensão. A Justiça também autorizou o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados. As medidas foram determinadas pela 3ª Vara Federal de Campo Grande.
O inquérito apura possíveis crimes de gestão temerária, corrupção passiva e corrupção ativa.
A reportagem aguarda nota oficial da assessoria de imprensa da Prefeitura, e assim que for enviada a matéria será atualizada.






