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Áudio: antes de ser morta por ex-noivo, Vanessa relata pedido de ajuda e decepção com atendimento em delegacia 

Áudio: antes de ser morta por ex-noivo, Vanessa relata pedido de ajuda e decepção com atendimento em delegacia 

Onça Pintada by Onça Pintada
7:35 sábado, 15 fevereiro 2025
in Polícia
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Antes de voltar para a casa onde foi morta, a jornalista Vanessa Ricarte, de 42 anos, enviou um áudio a um  amigo após seu atendimento na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher). O áudio revela que Vanessa se sentiu incomodada com o tratamento recebido na Casa da Mulher Brasileira e que a própria polícia teria a incentivado a voltar para casa, onde foi brutalmente assassinada com três facadas no peito pelo ex-noivo, Caio Nascimento, nesta quarta-feira (12).

Vanessa desabafa sobre o atendimento frio que recebeu da delegada, mencionando que para ela, seu agressor estava sendo protegido e que ela foi mandada de volta sem qualquer apoio. 

De forma violenta,, no mesmo dia, no final da tarde, ela foi assassinada. Embora tenha sido socorrida após levar três facadas, Vanessa faleceu por volta das 23h55 após uma cirurgia na Santa Casa de Campo Grande. Caio está preso. 

Ele tinha histórico violento e 11 passagens policiais somente por violência doméstica. 

Repercussão 

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O governador Eduardo Riedel determinou apuração dos fatos, conforme fala do delegado-geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, Lupérsio Degerone Lucio, que deu um falou sobre os relatos divulgados em áudio. Ele afirma que a “Polícia Civil está e estará sempre do lado da vítima e dos familiares”.

Lupérsio disse ainda que por orientação do governador e da Sejusp (Secretária de Estado de Justiça e Segurança Pública), foi instaurado um procedimento para apurar a situação. “Quero enfatizar que tivemos uma reunião para aprimorar o atendimento às vítimas no âmbito da delegacia até o posterior deferimento das medidas”.

Confira o que disse Vanessa Ricarte no áudio enviado a um amigo:

Não aconteceu nada com o porque assim eu fui falar com a delegada fui tentar explicar toda a situação do jeito que ela me tratou também bem prolixo sabe bem fria seca e ela toda hora me cortava assim não eu queria entender quem que é essa pessoa vê o histórico da pessoa e falou para mim que não podia passar o histórico dele Mas que eu já sabia, porque ele mesmo tinha falado de agressões.

Aí eu falei: “Não, que eu queria entender a natureza dessas agressões”. Porque ele falou para mim que foi porque a mulher ameaçou a filha dele, enfim. Aí Aí ela falou: “Não, você aí você não vai falar, eu não vou, não posso te passar isso aí, é sigiloso, sigilo”. Sim, parece que tudo protege o o cara, né, o agressor. E aí o ainda não foi nem mandado tem que ter um mandado, né, judicial.

Então, hoje, por exemplo, não tem como ele assinar essa medida protetiva e passou aqui o telefone da oficial de justiça, né? Passou a senha do processo para eu ficar consultando. E do boleto de ocorrência, ela falou que não adianta acrescentar, porque não vai mudar muita coisa, porque já foi judicial.

E ele tá aí me perguntando, se eu falo com você, seu pai conversa comigo, você não conversa nada. Eu falei mas eu preciso minha casa, preciso tomar banho, faz dois dias que eu não tomo banho, troco de roupa. Aí ela então vai para a sua casa, você já avisou ele, manda uma mensagem falando para deixar a casa. Então assim, eles não entendem né, a dimensão do negócio. Porque ele já tinha falado para mim que só saía de casa para a polícia. Mas de qualquer forma eu vou ter que ir lá na casa e vou falar com ele isso aí.

se ele falar que ele não vai sair, aí eu vou ter que acionar a polícia. Aí meus pais estão vindo, já vão brigar comigo tudo porque falar que eu fui precipitado, que esse cara depois vai me matar e tal, não tem o que fazer, porque ele só vai preso se tiver flagrante. Por isso que ele não foi preso no caso da da leca, né? Ele não Ele fugiu do do local do crime. Ele não tinha flagrante, não sei como que esse cara não foi preso depois.

E, eu tô aqui, pensando, raciocinando o que tá, o que que a gente pode fazer. E se for preciso, sei lá, aciona a doutora Cantes para ela acionar o MP, que é através do marido dela. Sei lá. É uma coisa desse sentido, é uma via que eu tenho, né?

E é isso, assim, eu tô bem bem impactada com o com atendimento da da de da casa da mulher brasileira, sabe? Eu que tenho toda a instrução, escolaridade fui tratada dessa maneira, imagina uma pessoa, uma mulher vulnerável lá, pobrezinha, vamos dizer assim, chegar lá toda vulnerável sem ter uma rede de apoio nenhuma. Chegar lá, essas que são mortas, né?

Essas que vão para estatística do feminicídio. E é isso. Eu tô cotada mentalmente falando. perdida, sabe? Tá decepcionada. Aí eu tô me sentindo me sentindo culpada porque eu fui registrar o BO hoje madrugada. Sabe, eu não briga comigo.

É uma coisa assim que eu fiquei chateada com meu pai falando: “Não, esse cara pode pegar depois, você não sabe o que vai dar e tal, não sei o quê”. Então, ele, eu fazendo ou não fazendo pelo que você disse, né? Eu fazendo ou fazendo o boletim de ocorrência, ele ele pode me acreditar de qualquer maneira, né?

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Tags: Campo GrandeDestaquedestaquesMSNotíciasPolícia

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