A morte da arquiteta Elly Quevedo, de 53 anos, na BR-163, em Campo Grande, ganhou novos desdobramentos e agora está oficialmente sob investigação da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).
A principal linha de apuração, neste momento, tenta responder uma pergunta direta: foi suicídio ou feminicídio?
Segundo a delegada Larissa Serpa, as diligências começaram ainda nas primeiras horas após o ocorrido, mas o caso segue em aberto.
“Não temos como afirmar se o fato é um suicídio ou criminoso. A Polícia Civil vai trabalhar com as duas hipóteses para elucidar o caso. A versão do condutor é de que ela se jogou do veículo em movimento, que o casal estava em período de separação”, afirmou.
O marido da vítima, que conduzia a caminhonete no momento da queda e acabou atropelando Elly, foi encaminhado à Deam para prestar depoimento e esclarecer a dinâmica dos fatos.
Imagens podem ser decisivas
Agora, investigadores apostam em câmeras de segurança de empresas da região como peças-chave para entender o que realmente aconteceu dentro e fora do veículo antes da queda.
Sobre um possível histórico de violência doméstica, a delegada foi cautelosa. Segundo ela, ainda não há confirmação oficial. Informações preliminares indicam que não havia registros anteriores, mas isso ainda será apurado com mais profundidade.






