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Campo Grande Vôlei mescla base e experiência na disputa da Superliga C feminina

Campo Grande Vôlei mescla base e experiência na disputa da Superliga C feminina

Onça Pintada by Onça Pintada
7:19 sábado, 2 agosto 2025
in Esportes
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A AECGGV (Associação Esportiva Campo Grande Vôlei) carrega o nome de Mato Grosso do Sul na Superliga C Feminina – Etapa Centro-Oeste 2025, entre os dias 3 e 7 de agosto, na cidade de Sorriso (MT). A competição reúne seis equipes da região Centro-Oeste e a campeã garante vaga na Superliga B do próximo ano. Todas as partidas acontecem na Arena Sorriso.

As equipes participantes da regional Centro-Oeste são: Campo Grande Vôlei (MS), Sorriso Hornets (MT), Cerrado Vôlei (DF), Vila Nova (GO), Brasiliense Vôlei (DF) e Ascade (DF). O campeonatA AECGGV (Associação Esportiva Campo Grande Vôlei) carrega o nome de Mato Grosso do Sul na Superliga C Feminina – Etapa Centro-Oeste 2025, entre os dias 3 e 7 de agosto, na cidade de Sorriso (MT). A competição reúne seis equipes da região Centro-Oeste e a campeã garante vaga na Superliga B do próximo ano. Todas as partidas acontecem na Arena Sorriso.

As equipes participantes da regional Centro-Oeste são: Campo Grande Vôlei (MS), Sorriso Hornets (MT), Cerrado Vôlei (DF), Vila Nova (GO), Brasiliense Vôlei (DF) e Ascade (DF). O campeonato é organizada pela CBV (Confederação Brasileira de Voleibol), em parceria com o CBC (Comitê Brasileiro de Clubes). A equipe sul-mato-grossense conta com apoio do Governo de Mato Grosso do Sul, por intermédio da Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura) e Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer).

Fundada em 2021, a AECGV se tornou uma das principais referências na formação de atletas e no fortalecimento do voleibol feminino em Mato Grosso do Sul. Com foco na base, inclusão social e desenvolvimento técnico, o projeto vem consolidando sua identidade com resultados expressivos e planejamento de longo prazo.

Para o diretor da AECGV, Samir Dalleh, o momento vivido pela equipe é fruto de um trabalho conjunto que envolve paixão, comprometimento e uma rede de apoio crescente. “Tudo o que a gente tem vivido hoje é fruto de muito trabalho em equipe, de mãos dadas mesmo. A gente sabe que ninguém faz nada sozinho, e o que mais nos orgulha é ver tanta gente contribuindo – comissão técnica, atletas, famílias, parceiros e apoiadores. Esse projeto não é de uma ou duas pessoas, ele é de todos que acreditam no esporte como ferramenta de transformação”, destacou.

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Plantel feminino foi apresentada nesta sexta-feira (1º), em coletiva de imprensa, junto ao time masculino, que também participa da Superliga C 2025, com sede em Campo Grande (Foto: divulgação)

Em 2023, a equipe foi vice-campeã da Superliga C; em 2024, ficou com a quinta colocação. Em 2025, o projeto aposta em uma mescla entre juventude e experiência. “Nos últimos três anos, nós viemos participando da Superliga C no naipe feminino, mas somente com as nossas garotas das nossas equipes de base. Neste ano, decidimos investir um pouco mais e agregar experiência ao nosso grupo de jovens atletas. Fizemos uma mescla: temos atletas da nossa base e trouxemos seis reforços. São jogadoras experientes, jogadoras adultas, jogadoras de Superliga, para trazer um pouco da experiência delas e transmitir isso na quadra, fazendo esse intercâmbio com as nossas atletas”, explica o técnico João Vitor Nascimento.

Segundo ele, o grupo vinha sendo preparado desde o ano passado, com a seleção e formação de atletas da casa. “A gente já estava idealizando essa preparação com as nossas bases. Selecionamos algumas meninas desde o ano passado e preparamos elas durante todo esse período para este ano. Os reforços chegaram há dez dias, então há dez dias elas estão treinando junto com as nossas atletas, para ganhar entrosamento, volume de jogo e tudo mais”.

Já a ponteira e oposta Giulia Carla Amorim, de 23 anos, reforça o privilégio de representar Mato Grosso do Sul dentro das quadras. “Representar o Mato Grosso do Sul é sempre uma honra e, ao mesmo tempo, um baita desafio. Tem uma responsabilidade envolvida que mostrar que aqui também tem trabalho sério, talento e gente disposta a fazer história no esporte. Queremos ser exemplo, abrir caminhos pra quem tá começando, dar visibilidade pro vôlei aqui no MS. Se uma menina nova assistir a gente jogar e pensar ‘quero estar ali um dia’, já vale muito”, evidencia a atleta capitã da equipe.

Natural de Miranda (MS), a jogadora está há mais de uma década envolvida com voleibol. Para ela, a preparação foi intensa e estratégica. “Já vínhamos mantendo uma base sólida de treinos com as atletas da AECGV, e com a chegada de novas atletas para reforçar o grupo, conseguimos elevar ainda mais o nível. Tivemos uma semana bem intensa, focada em todos os aspectos do jogo”.

Caráter social

O técnico João Vitor também destaca o papel social do projeto, que atua como vitrine para o esporte e meio de transformação para jovens. “O nosso grande objetivo é mostrar para as nossas crianças e adolescentes que, através do esporte, podem se abrir muitas portas. É um meio de inclusão social fortíssimo. Estamos tentando mostrar para elas, participando dessas competições de alto nível, como a Superliga e o Campeonato Brasileiro Interclubes, outros caminhos de crescimento pessoal, crescimento como cidadão e amadurecimento”.

Por sua vez, a capitã Giulia realça a relevância da competição como plataforma de valorização do projeto. “Essa não é a primeira vez que a equipe entra na disputa da Superliga C, mas toda edição é única. É uma chance real de mostrar o valor do nosso projeto, de cada atleta, da comissão, da diretoria. É uma vitrine, sim, mas acima de tudo, é o resultado de muito esforço coletivo”.

“A construção desse time veio com muita batalha. Cada ano foi um passo. É um projeto que foi crescendo com os pés no chão, mas com o olhar lá na frente. E hoje sentimos que estamos cada vez mais prontos para voos maiores”, continua Giulia.

Segundo o técnico João Vitor, o projeto, hoje, inspira jovens atletas de todo o estado e serve como referência para quem sonha em competir em nível nacional. “O reflexo disso é mostrar aqui pro nosso estado, principalmente servir de espelho para as outras crianças e adolescentes que participam das competições oficiais da Federação, os campeonatos estaduais, e que não têm a possibilidade ainda de participar dessas competições a nível nacional”.

“Nós acabamos nos tornando uma referência para elas aqui no estado e, consequentemente, fazemos seletivas no decorrer dos anos, possibilitando a participação de novos talentos, que podem agregar para o Campeonato Brasileiro Interclubes, e também mostrar que o Mato Grosso do Sul tem material humano de qualidade, e que podemos representar bem o estado no nível nacional, completa o treinador.

A delegação de Mato Grosso do Sul é composta por 14 atletas e uma comissão técnica experiente, todos envolvidos em um projeto construído de forma voluntária. A estreia da AECGV acontece no domingo (3), às 21h30 (horário de MS), contra o time da casa, o Sorriso Hornets MT). O segundo confronto será na segunda-feira (4), às 18h30, contra o Vila Nova (GO).

Já na terça-feira (5), a equipe sul-mato-grossense volta à quadra às 18h30, para enfrentar o Ascade (DF). Na quarta rodada, o Campo Grande Vôlei encara o Cerrado Vôlei na quarta-feira (6), às 16h. A última partida será diante do Brasiliense Vôlei (DF), às 18h30, na quinta-feira (7). Confira a tabela completa de jogos neste link. Todos os jogos serão realizados na Arena Sorriso, com entrada gratuita.o é organizada pela CBV (Confederação Brasileira de Voleibol), em parceria com o CBC (Comitê Brasileiro de Clubes). A equipe sul-mato-grossense conta com apoio do Governo de Mato Grosso do Sul, por intermédio da Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura) e Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer).

Fundada em 2021, a AECGV se tornou uma das principais referências na formação de atletas e no fortalecimento do voleibol feminino em Mato Grosso do Sul. Com foco na base, inclusão social e desenvolvimento técnico, o projeto vem consolidando sua identidade com resultados expressivos e planejamento de longo prazo.

Para o diretor da AECGV, Samir Dalleh, o momento vivido pela equipe é fruto de um trabalho conjunto que envolve paixão, comprometimento e uma rede de apoio crescente. “Tudo o que a gente tem vivido hoje é fruto de muito trabalho em equipe, de mãos dadas mesmo. A gente sabe que ninguém faz nada sozinho, e o que mais nos orgulha é ver tanta gente contribuindo – comissão técnica, atletas, famílias, parceiros e apoiadores. Esse projeto não é de uma ou duas pessoas, ele é de todos que acreditam no esporte como ferramenta de transformação”, destacou.

Em 2023, a equipe foi vice-campeã da Superliga C; em 2024, ficou com a quinta colocação. Em 2025, o projeto aposta em uma mescla entre juventude e experiência. “Nos últimos três anos, nós viemos participando da Superliga C no naipe feminino, mas somente com as nossas garotas das nossas equipes de base. Neste ano, decidimos investir um pouco mais e agregar experiência ao nosso grupo de jovens atletas. Fizemos uma mescla: temos atletas da nossa base e trouxemos seis reforços. São jogadoras experientes, jogadoras adultas, jogadoras de Superliga, para trazer um pouco da experiência delas e transmitir isso na quadra, fazendo esse intercâmbio com as nossas atletas”, explica o técnico João Vitor Nascimento.

Segundo ele, o grupo vinha sendo preparado desde o ano passado, com a seleção e formação de atletas da casa. “A gente já estava idealizando essa preparação com as nossas bases. Selecionamos algumas meninas desde o ano passado e preparamos elas durante todo esse período para este ano. Os reforços chegaram há dez dias, então há dez dias elas estão treinando junto com as nossas atletas, para ganhar entrosamento, volume de jogo e tudo mais”.

Já a ponteira e oposta Giulia Carla Amorim, de 23 anos, reforça o privilégio de representar Mato Grosso do Sul dentro das quadras. “Representar o Mato Grosso do Sul é sempre uma honra e, ao mesmo tempo, um baita desafio. Tem uma responsabilidade envolvida que mostrar que aqui também tem trabalho sério, talento e gente disposta a fazer história no esporte. Queremos ser exemplo, abrir caminhos pra quem tá começando, dar visibilidade pro vôlei aqui no MS. Se uma menina nova assistir a gente jogar e pensar ‘quero estar ali um dia’, já vale muito”, evidencia a atleta capitã da equipe.

Natural de Miranda (MS), a jogadora está há mais de uma década envolvida com voleibol. Para ela, a preparação foi intensa e estratégica. “Já vínhamos mantendo uma base sólida de treinos com as atletas da AECGV, e com a chegada de novas atletas para reforçar o grupo, conseguimos elevar ainda mais o nível. Tivemos uma semana bem intensa, focada em todos os aspectos do jogo”.

Caráter social

O técnico João Vitor também destaca o papel social do projeto, que atua como vitrine para o esporte e meio de transformação para jovens. “O nosso grande objetivo é mostrar para as nossas crianças e adolescentes que, através do esporte, podem se abrir muitas portas. É um meio de inclusão social fortíssimo. Estamos tentando mostrar para elas, participando dessas competições de alto nível, como a Superliga e o Campeonato Brasileiro Interclubes, outros caminhos de crescimento pessoal, crescimento como cidadão e amadurecimento”.

Por sua vez, a capitã Giulia realça a relevância da competição como plataforma de valorização do projeto. “Essa não é a primeira vez que a equipe entra na disputa da Superliga C, mas toda edição é única. É uma chance real de mostrar o valor do nosso projeto, de cada atleta, da comissão, da diretoria. É uma vitrine, sim, mas acima de tudo, é o resultado de muito esforço coletivo”.

“A construção desse time veio com muita batalha. Cada ano foi um passo. É um projeto que foi crescendo com os pés no chão, mas com o olhar lá na frente. E hoje sentimos que estamos cada vez mais prontos para voos maiores”, continua Giulia.

Segundo o técnico João Vitor, o projeto, hoje, inspira jovens atletas de todo o estado e serve como referência para quem sonha em competir em nível nacional. “O reflexo disso é mostrar aqui pro nosso estado, principalmente servir de espelho para as outras crianças e adolescentes que participam das competições oficiais da Federação, os campeonatos estaduais, e que não têm a possibilidade ainda de participar dessas competições a nível nacional”.

“Nós acabamos nos tornando uma referência para elas aqui no estado e, consequentemente, fazemos seletivas no decorrer dos anos, possibilitando a participação de novos talentos, que podem agregar para o Campeonato Brasileiro Interclubes, e também mostrar que o Mato Grosso do Sul tem material humano de qualidade, e que podemos representar bem o estado no nível nacional, completa o treinador.

A delegação de Mato Grosso do Sul é composta por 14 atletas e uma comissão técnica experiente, todos envolvidos em um projeto construído de forma voluntária. A estreia da AECGV acontece no domingo (3), às 21h30 (horário de MS), contra o time da casa, o Sorriso Hornets MT). O segundo confronto será na segunda-feira (4), às 18h30, contra o Vila Nova (GO).

Já na terça-feira (5), a equipe sul-mato-grossense volta à quadra às 18h30, para enfrentar o Ascade (DF). Na quarta rodada, o Campo Grande Vôlei encara o Cerrado Vôlei na quarta-feira (6), às 16h. A última partida será diante do Brasiliense Vôlei (DF), às 18h30, na quinta-feira (7). Confira a tabela completa de jogos neste link. Todos os jogos serão realizados na Arena Sorriso, com entrada gratuita.

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