A morte da subtenente da Polícia Militar, Marlene de Brito Rodrigues, continua gerando comoção em Campo Grande. Em meio à dor, o filho da vítima se manifestou nas redes sociais e revelou que o corpo da mãe ainda não foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML).
“É um momento pesado, difícil e de muita dor na alma”, desabafou.
Em outra publicação, ele destacou o orgulho que Marlene tinha da carreira. “Sempre foi grande o orgulho dela em ser parte da corporação. Ser uma das pioneiras entre as policiais femininas era ímpar”, escreveu.
A família aguarda a liberação para definir velório e sepultamento. “Assim que tiver mais informações, informo a todos”, disse. Ele também agradeceu as inúmeras mensagens de apoio e ressaltou o carinho que a mãe conquistou ao longo da vida. “Isso mostra o quão amada ela foi”, completou.
A comoção também tomou conta da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul. Em publicação oficial, a corporação homenageou a subtenente, que recebeu diversas mensagens de despedida de colegas de farda.
Marlene foi encontrada morta dentro de casa, com um ferimento de arma de fogo no pescoço. O namorado, Gilberto Jarson, de 50 anos, chegou a relatar à polícia que a vítima teria tentado tirar a própria vida.
No entanto, uma testemunha afirmou ter visto o suspeito segurando a arma da subtenente, o que levanta dúvidas sobre a versão apresentada.
Vizinhos também relataram que o casal mantinha um relacionamento conturbado, com brigas frequentes. Momentos antes do crime, Gilberto teria ido buscar Marlene no quartel e, durante o trajeto de volta, os dois já estariam discutindo novamente.
O histórico do suspeito agrava ainda mais o caso: ele possui passagens por homicídio, roubo e violência doméstica contra ex-companheiras.
O caso é investigado como feminicídio.






