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Encontro sobre Suassuna transforma-se em show de Gilberto Gil na ABL

Encontro sobre Suassuna transforma-se em show de Gilberto Gil na ABL

A Onça by A Onça
19:54 terça-feira, 13 maio 2025
in Brasil
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A roda de conversa do ciclo de debates Em Torno de Ariano Suassuna, na sede da Academia Brasileira de Letras (ABL), transformou-se, nesta terça-feira (13), em um show do cantor e compositor Gilberto Gil, que estava em casa, uma vez que é um imortal da academia. O encontro Cantos/encantos nordestinos foi conduzido pelo também acadêmico Joaquim Falcão.

“Ariano era o Nordeste como vida, e o Gil disse: ‘vamos cantar o Nordeste como vida’, e assim estamos cantando Ariano, que é mais do que intelectual, é mais do que um nordestino”, disse Falcão na abertura do encontro, para logo depois apresentar uma lista só de ritmos nordestinos considerados patrimônio musical do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional [Iphan]. “Lá estavam baião, frevo, maracatu, samba de roda do Recôncavo Baiano, repente, entre outros que fazem parte da identidade diversa e autêntica da música brasileira.”

Notícias relacionadas:Ex-presidente do Uruguai é eleito sócio correspondente da ABL.Aos 95 anos, Fernanda Montenegro abre ano da ABL com recital literário.Gilberto Gil é homenageado na Uerj por contribuições culturais ao país.“Escolhi uma série de canções que dão conta dessa abrangência do escopo geral do trabalho de Ariano”, afirmou Gil.

A pedido do pernambucano Joaquim Falcão, Gil começou com o famoso frevo canção Evocação Nº 1 e foi seguido pela plateia que lotou o auditório. Na sequência, Gil elencou uma série de músicas e nomes de instrumentos que se relacionam com o universo musical nordestino para concluir: 

“Por intermédio dos nordestinos e nordestinados, como disse Joaquim, e dos sulinos, dos baiões e das polcas, o forró vem se tornando espaço de cultivo musical, criação coreográfica e ambiente de convívio para pequenas populações rurais e grande acumulados urbanos em que se produzem ricas trocas entre cultura e religião dentro do grande caldeirão étnico, político e religioso que vem se constituindo neste híbrido sociocultural chamado Brasil”, disse, sendo muito aplaudido.

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Falcão lembrou que o ciclo Em torno de Ariano Suassuna foi criado pela acadêmica Heloísa Teixeira, que morreu em março deste ano, aos 85 anos. Foi a segunda roda de conversa da programação de maio em homenagem a Ariano Suassuna, o paraibano de múltiplos talentos: escritor, filósofo, intelectual, dramaturgo, professor, romancista, artista plástico, ensaísta, poeta, político e advogado brasileiro.

Ainda na lista de ritmos do patrimônio do Iphan, Falcão incluiu a ciranda do Nordeste, os repentes, as matrizes do Nordeste, o choro, e perguntou a Gil o que ele preferia cantar em seguida.

“São gêneros, ainda que muito deles de origem propriamente local e nordestina, que se tornaram gêneros brasileiros. Com o advento do rádio, desses meios de difusão que o século 20 forneceu ao Brasil, a música nordestina, através dos seus intérpretes mais entusiasmados, se esparramou pelo Brasil inteiro. Acho natural e justo citar o nome de um deles, o mais renomado, mais importante, que foi e é Luiz Gonzaga”, afirmou.

O encontro com os acadêmicos faz parte das atividades do Curso de Formação de Escritores da Universidade das Quebradas, criada em 2009 no Programa Avançado de Cultura Contemporânea da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), por iniciativa da professora e acadêmica Heloísa Teixeira.

Universitários acompanham roda de conversa sobre Ariano Suassuna na Academia Brasileira de Letras – Fernando Frazão/Agência Brasil

O grupo composto por alunos que estão tendo aulas na ABL estava bastante animado, mas não era o único. Na plateia estavam também estudantes do convênio da modalidade língua estrangeira dos ministérios da Educação e das Relações Exteriores, em parceria com diversas instituições de ensino superior, mas, neste caso, com a UFRJ. Os alunos que estavam presentes foram selecionados em países da África e vão fazer toda a graduação no Brasil. Como não são falantes de língua portuguesa, têm a oportunidade de cursar o idioma um ano antes do ingresso na universidade.

O aluno Ange Frédéric Meyong Megne, de 19 anos, que é do Gabão, estava entre eles. Mesmo sem ter ainda o português fluente, deixou a emoção falar mais forte para expressar o que tinha sido participar do encontro. 

“Eu gostei muito porque foi uma oportunidade única de ouvir este cantor que se chama Gilberto Gil. Essas canções são muito lindas. Acho que a maior parte das pessoas que estão aqui também gosta. Eu compreendi tudo. Eu dancei muito. Eu estou muito feliz, porque foi uma oportunidade única para todo mundo. É magnífico”, disse, emocionado, o estudante gabonês. “Não tenho muitas palavras para expressar o que sinto agora.”

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