Quando você acha que já viu de tudo, a Polícia Federal deflagrou hoje (29), em Campo Grande a operação “RIFA.com” para reprimir o comércio ilegal de armas de fogo e a exploração de rifas sem autorização legal.
O caso tem como alvo um homem que se apresentava como despachante de armas e organizava sorteios de armamentos entre CACs (caçadores, atiradores e colecionadores).
Como funcionava o esquema
Segundo a PF, o investigado promovia rifas de armamento de uso permitido e restrito em grupos de WhatsApp formados majoritariamente por CACs. Tanto a venda de armas quanto sorteios em dinheiro ou bens dependem de autorização dos órgãos competentes — o que não ocorria no caso apurado. A Justiça Estadual de Mato Grosso do Sul expediu mandado de busca e apreensão, cumprido nesta manhã.
Veículos locais que acompanharam a ação informaram que celulares foram apreendidos durante o cumprimento do mandado. Imagens de divulgação indicam anúncios e ofertas nos grupos investigados.
O que diz a PF
Em nota oficial, a corporação resume que a operação busca coibir rifas e o comércio irregular de armas por aplicativos de mensagens, prática que viola a exigência de prévia autorização estatal para esses tipos de atividade. A comunicação social da PF em MS centraliza os contatos da operação.
Contexto legal
De acordo com a PF, rifas e sorteios dependem de autorização específica e a comercialização de armas é atividade rigidamente controlada; a investigação apura indícios de violação dessas regras. (Resumo com base na nota oficial da PF.)
Próximos passos
O material apreendido será periciado e deve orientar novas diligências. Até o momento da publicação, a PF não informou a existência de presos nem detalhou a quantidade de itens apreendidos além dos celulares mencionados pela imprensa local.