Evento no Palácio do Planalto reúne autoridades dos três Poderes para enfrentar a violência letal contra mulheres; Brasil registrou recorde de feminicídios em 2025
A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) esteve presente, nesta quarta-feira (4), na solenidade de lançamento do Pacto Nacional — Brasil contra o Feminicídio, realizada no Palácio do Planalto, em Brasília. O evento reuniu autoridades dos três Poderes da República em um compromisso histórico de combate à violência letal contra mulheres. Estiveram presentes o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin; o presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Herman Benjamin; os presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre e Hugo Motta; a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Márcia Lopes; entre outras autoridades.
O lançamento do pacto ocorre em um momento crítico para o país. Em 2025, o Brasil registrou cerca de 1.470 feminicídios, número recorde que evidencia a necessidade urgente de ações integradas entre Estado e sociedade.
Em Mato Grosso do Sul, os índices também preocupam. Segundo dados de 2025, o estado registrou 39 casos de feminicídio, um aumento de 11,4% em relação ao ano anterior, consolidando-se como uma das regiões mais críticas do país nesse tipo de crime.
Durante o evento, Soraya Thronicke destacou a importância do pacto como um marco institucional e reforçou a necessidade de implementação de políticas públicas efetivas de proteção às mulheres.
“É necessário que haja cooperação entre poderes e níveis de governo para que as ações previstas no pacto ganhem efetividade. Estamos diante de um instrumento que pode transformar a abordagem institucional ao enfrentamento da violência de gênero”, afirmou a senadora.
Soraya Thronicke tem atuado de forma contínua no Congresso Nacional em defesa de medidas jurídicas e políticas públicas voltadas ao combate à violência contra a mulher, apresentando propostas legislativas que visam punir agressores e proteger vítimas. Ela também defende que o Senado priorize no calendário proposições relacionadas ao tema, garantindo maior visibilidade e agilidade na tramitação de projetos que promovam a proteção de mulheres em risco.






