A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou nesta quinta-feira (2), que o governo federal deve chamar mais 7 mil aprovados em concursos públicos a ocuparem vagas no Executivo Federal. Desse total, estão os mais de 3,6 mil candidatos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU).
Também poderão ser chamados, durante todo este ano, os candidatos excedentes que aguardam em cadastro reserva de outros concursos novas oportunidades de serem convocados a ocuparem vagas no serviço público federal, afirma a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.
Notícias relacionadas:Novos cargos são para recompor capacidade do Estado, diz ministra.Indústria nacional avança 0,9% em fevereiro.Entenda as principais mudanças do Imposto de Renda 2026.“Todos os concursos homologados antes do defeso, os aprovados podem ser chamados durante o período eleitoral. O que você não pode é aprovar um concurso novo durante o período eleitoral”, explica.
Entre as prioridades estão a carreira da Polícia Federal e outras carreiras oferecidas na primeira edição do CPNU, além dos 1.860 convocados no mês de março a ocuparem tanto as vagas originalmente previstas em edital quanto aquelas autorizadas posteriormente.
“A nossa expectativa é que este ano tenha uma entrada gigantesca de pessoas aprovadas em concursos já autorizados”, reforça Dweck.
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De acordo com a ministra, para os candidatos que forem convocados a ocuparem cargos sem lotação definida, haverá uma etapa anterior à nomeação com a publicação de editais de lotação e um prazo até a posse.
“A gente está combinando com os órgãos que quando for publicar o edital de lotação vai ter um tempo antes do processo de nomeação, para as pessoas poderem ter um tempo de se organizarem familiarmente e poderem se deslocar para o local que vão trabalhar, esclareceu.
Novos concursos
Segundo Esther Dweck, novos concursos deverão ser homologados até o mês de junho, mas serão poucos. “Semana que vem a gente vai fazer um balanço. Vou levar à Casa Civil e à Presidência [da República] para a gente bater o martelo e anunciar as novas autorizações”, diz a ministra, sem detalhar quais órgãos serão contemplados.