Encontro em Campo Grande contou com a presença de Mônica Riedel e promoveu troca de experiências sobre vida pública, eleições e protagonismo feminino
Mais de 200 mulheres participaram de um encontro em Campo Grande voltado à discussão sobre política, vida pública e participação feminina. Organizada por Kátia Claro, esposa do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Gerson Claro, a reunião reuniu lideranças comunitárias, representantes de diferentes áreas e mulheres interessadas em ampliar a presença nos espaços de decisão.
A primeira-dama de Mato Grosso do Sul, Mônica Riedel, participou do encontro e, ao lado de Kátia, compartilhou experiências relacionadas à trajetória na vida pública e à convivência com Gerson Claro e o governador Eduardo Riedel.
Durante a conversa, as participantes também tiveram espaço para falar sobre os desafios enfrentados pelas mulheres e a importância de acompanhar as discussões políticas que interferem diretamente no cotidiano das famílias e das comunidades.
Para Kátia Claro, a quantidade de participantes demonstra que existe um interesse crescente das mulheres em conhecer melhor o cenário político e participar das decisões.
“As mulheres compareceram e estão cada vez mais dispostas a ouvir falar sobre política. Todas nós entendemos que precisamos estar na política, porque é ela que muda a vida das pessoas”, afirmou.
Mônica Riedel destacou a mobilização das participantes e a disposição demonstrada por elas para conhecer propostas e defender as pautas nas quais acreditam.
“Tive a grata surpresa de ver tantas mulheres interessadas em falar e ouvir sobre política e, principalmente, em defender os candidatos em quem acreditam. Quando a gente quer uma coisa, tem que correr atrás”, declarou.
Segundo a primeira-dama, o encontro também serviu para apresentar às participantes o trabalho desenvolvido por Eduardo Riedel e Gerson Claro em seus respectivos mandatos e estimular que essas informações sejam compartilhadas com outras pessoas.
“Elas estão prontas para fazer essa multiplicação, divulgar aquilo em que acreditam e o trabalho que foi realizado”, afirmou.
A advogada Flávia Caloni Gomes, vice-presidente da Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Campo Grande (AMA-CG), considerou o encontro uma oportunidade para aproximar mulheres com diferentes trajetórias e incentivar uma participação mais ativa na política.
“Foi um momento de muita troca, de ouvir histórias e perceber o quanto nós, mulheres, temos vontade e capacidade de participar mais. A política precisa da nossa voz, das nossas ideias e da nossa participação”, disse.
Para ela, a mobilização de uma mulher pode também estimular outras a ocuparem espaços de discussão. “Quando uma mulher participa, ela incentiva outras mulheres a fazerem o mesmo”, completou.
A servidora pública e liderança comunitária da região do Segredo, Monica Fardim da Silva, avaliou que as mulheres chegam ao processo eleitoral de 2026 mais atentas às propostas e dispostas a cobrar resultados.
“As mulheres vêm com mais força e mais garra. Estão prontas para exigir mudanças e acompanhar os projetos dos candidatos”, afirmou. Entre as principais preocupações apontadas por ela estão áreas que impactam diretamente a rotina das famílias, como saúde, educação e infraestrutura.
A advogada Michelle Oliveira também destacou a possibilidade de reunir mulheres com diferentes experiências em torno de uma mesma pauta. Para ela, o encontro permitiu não apenas discutir política, mas conhecer melhor as trajetórias de quem acompanha de perto a rotina da vida pública.
“A reunião organizada pela Kátia Claro foi um verdadeiro sucesso, reunindo mais de 200 mulheres para uma conversa muito agradável e produtiva sobre política, sobre os desafios da vida pública e, principalmente, sobre as experiências de duas mulheres que vivem isso tão de perto”, afirmou.
Michelle também ressaltou a oportunidade de ouvir Kátia e Mônica sobre os desafios de estar ao lado de pessoas que escolheram a vida pública e sobre o papel de apoio e parceria desempenhado por elas.
O encontro terminou com a proposta de manter o diálogo e ampliar a participação feminina para além do período eleitoral, estimulando o envolvimento das mulheres nas discussões sobre políticas públicas, prioridades para os municípios e decisões que afetam diretamente a população de Mato Grosso do Sul.





