Candidata afirma que conhecer realidades locais é essencial para criar ações mais eficientes
A experiência à frente da Secretaria de Estado da Cidadania é apresentada por Viviane Luiza como um dos principais diferenciais na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados. Durante a gestão, a candidata participou da criação e implementação de políticas voltadas a diferentes públicos de Mato Grosso do Sul, como mulheres, jovens, mães atípicas, população LGBTQIA+, idosos, pessoas com deficiência, surdos e comunidades indígenas e quilombolas.
Segundo Viviane, o trabalho na secretaria mostrou que as políticas públicas precisam considerar as características e necessidades de cada grupo. Para ela, conhecer a realidade da população antes de definir as ações é fundamental para que os programas tenham resultados concretos.
Entre as iniciativas citadas estão projetos de proteção para meninas e mulheres, ações de combate ao racismo, programas voltados à juventude e à população LGBTQIA+, além de medidas de inclusão e acessibilidade.
Na área de proteção às mulheres, Viviane destaca a criação do PROTEGE, voltado à prevenção e ao enfrentamento de situações de violência contra meninas e mulheres. Também participou de ações como o MS Sem Racismo, iniciativa direcionada ao enfrentamento da discriminação racial.
Outro público que recebeu atenção durante sua atuação foram as mães atípicas. Além de iniciativas relacionadas à autonomia financeira e ao empreendedorismo, a proposta buscou ampliar o debate sobre as dificuldades enfrentadas por mulheres que acompanham filhos com deficiência ou necessidades específicas.
Entre os projetos destinados aos jovens estão o Juventude Plena e o Grêmio 360, com atividades voltadas à formação, liderança, participação e empreendedorismo dentro do ambiente escolar.
Para a população LGBTQIA+, foram desenvolvidas ações de enfrentamento à violência e à discriminação, além de capacitações destinadas a melhorar o atendimento oferecido pelos serviços públicos.
A atuação também alcançou a população idosa, com projetos que estimularam a aproximação entre diferentes gerações. A proposta foi criar espaços de troca de experiências entre jovens e idosos, valorizando conhecimentos e histórias de vida.
Na área de acessibilidade, Viviane destaca a criação da Central de Libras Virtual. O serviço permite que pessoas surdas tenham acesso a atendimento em serviços públicos por meio de videochamadas com tradução e interpretação em tempo real.
Já nas comunidades indígenas e quilombolas, uma das iniciativas mencionadas é a realização do Empretec, programa de capacitação voltado ao empreendedorismo. A proposta foi levar formação e novas possibilidades de geração de renda para essas comunidades.
Além das ações direcionadas a públicos específicos, Viviane também aponta a criação do Observatório da Cidadania, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. A iniciativa reúne dados e informações para ajudar na compreensão das diferentes realidades do Estado e subsidiar a elaboração de políticas públicas.
Para a candidata, a utilização de dados pode tornar as decisões do poder público mais precisas e conectadas às necessidades da população.
“Conhecer a realidade é o primeiro passo para conseguir transformar. Quando a gente olha para os dados, entende as diferenças entre os territórios e identifica as necessidades das pessoas, consegue tomar decisões melhores”, afirma Viviane.




