Emendas do presidente da Casa, Papy, asseguram recursos para asfalto, drenagem e reforma de pista de skate na Capital
A Câmara Municipal de Campo Grande derrubou, durante a sessão desta terça-feira (10), parte dos vetos do Poder Executivo às emendas apresentadas à Lei Orçamentária Anual (LOA) e ao Plano Plurianual (PPA). Entre elas, três propostas do presidente da Casa, vereador Papy, que garantem R$ 8,3 milhões para obras de infraestrutura e lazer na Capital em 2026. Ao todo, 49 vetos foram rejeitados pelos parlamentares.
Segundo o presidente da Câmara, a decisão foi resultado de um acordo entre vereadores da base e da oposição para preservar parte das emendas apresentadas pelo Legislativo.
“O Parlamento Municipal demonstra maturidade ao construir articulações internas e acordos. Tivemos parte das emendas do PPA e quase todas as emendas ao Orçamento vetadas pela prefeita Adriane Lopes. Diante disso, foi construído um entendimento entre os vereadores, conduzido por mim e pelo relator do Orçamento, vereador Otávio Trad, para que algumas emendas pudessem ser mantidas”, afirmou Papy.
Entre as propostas preservadas está a destinação de R$ 5 milhões para obras de pavimentação e drenagem no Residencial Oliveira I e II. A melhoria é uma antiga reivindicação dos moradores da região, que buscam a pavimentação completa das ruas do bairro.
Outra emenda garante R$ 3 milhões para pavimentação e drenagem nas vias que fazem parte da rota do transporte coletivo no bairro Riviera Park, também considerada uma demanda antiga da comunidade local.
Já a terceira emenda assegura R$ 300 mil para a reforma e modernização da pista de skate do bairro Jockey Club, espaço voltado à prática esportiva e lazer.
Papy destacou que as propostas são fruto de visitas e demandas apresentadas pelos moradores das regiões contempladas.
“São locais que conheço de perto, que visitei e onde constatei a necessidade dessas melhorias. Elaboramos as emendas, aprovamos no Orçamento e depois veio o veto. Por isso, o trabalho de tentar derrubar esses vetos é fundamental. Isso exige articulação, posicionamento e, acima de tudo, um trabalho sério da Câmara, mantendo a independência do Legislativo”, afirmou.





