Descartar corretamente resíduos e eliminar água parada são medidas essenciais para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti.
Enquanto os blocos se organizam e as cidades entram no clima do Carnaval, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) reforça que a folia deve andar junto com a prevenção ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e Zika.
O aumento da circulação de pessoas e da produção de lixo durante o período exige atenção redobrada. Segundo a SES, recipientes com água parada e o descarte irregular de copos, garrafas e embalagens podem se tornar criadouros do mosquito em poucos dias.
A gerente de Doenças Endêmicas, Jéssica Klener, destaca que pequenas atitudes fazem diferença: usar lixeiras, não deixar água acumulada e inspecionar quintais, calhas, vasos e caixas d’água. A superintendente de Vigilância em Saúde, Larissa Castilho, reforça que mais de 70% dos focos do mosquito estão em residências, tornando a colaboração da população essencial.
O coordenador de Controle de Vetores, Mauro Lúcio Rosário, lembra que o combate às arboviroses depende do esforço coletivo. “O controle do mosquito começa dentro de casa. Quando cada morador faz a sua parte, conseguimos reduzir a infestação e proteger a comunidade”, afirma.
A SES reforça: Carnaval é momento de celebração, mas a prevenção não pode parar.





