Ele cumpria pena de 24 anos por homicídio premeditado ocorrido em 2021; caso teve forte repercussão e envolveu planejamento detalhado do crime
Um homem de 67 anos, condenado a 24 anos de prisão por ser o mandante do assassinato da própria esposa, morreu na terça-feira (23) após sofrer um infarto enquanto cumpria pena na Penitenciária Estadual de Dourados.
Ele estava preso desde o fim das investigações que apontaram sua participação direta no planejamento e execução do crime ocorrido em junho de 2021, que teve grande repercussão na época.
A vítima, de 57 anos, que atuava como detetive, foi atraída para uma emboscada sob o pretexto de uma oferta de trabalho e levada até uma área de mata, onde foi executada com um tiro na cabeça.
As apurações conduzidas pela Polícia Civil concluíram que o homicídio foi planejado ao longo de meses e motivado por questões pessoais e patrimoniais. Durante o processo, foi apontado que o mandante contratou outras pessoas para executar o crime.
Os envolvidos na execução e na facilitação do homicídio também foram julgados e condenados a penas que variam entre 19 e 20 anos de prisão.
Com a morte do condenado, a execução da pena em relação a ele é encerrada, conforme prevê a legislação. O caso segue registrado como um dos mais marcantes dos últimos anos na cidade.






