“Estou muito feliz”. Thaila, mãe de três filhos e uma das contempladas pela quitação dos imóveis do Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, comemorou a quitação total do imóvel.
“Estava com dez parcelas atrasadas, achei que nem iria entrar no programa, mas consegui”, contou ela que junto com o marido e os três filhos moram em um apartamento no residencial Nelson Trad em Campo Grande.
Em outra família campo-grandense o marido de de uma beneficiária ficou desempregado um tempo e as parcelas atrasadas tiravam o sono da família. “Agora respiramos aliviados. Faz diferença para comprar até comida”, comemora.
Ela é uma das contempladas no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) os beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) têm subsídio de 100% na aquisição da casa própria.
Segundo as informações o governo Lula anunciou ainda a construção de 187,5 mil casas do Faixa 1 do Minha Casa Minha Vida. Essa é a faixa destinada a famílias com renda de até R$ 2.640 por mês.
A Portaria também reduz o número de prestações para quitação do contrato de 120 para 60 meses, no caso das unidades contratadas pelo Programa Nacional de Habitação Urbana (PNHU), e reduz a contrapartida de 4% para 1% para aquelas do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR).
Outros benefícios, concedidos para os novos contratos a serem assinados nos termos da Lei nº 11.977, de 2009, são a redução dos valores das prestações a serem pagas e a readequação dos limites de renda para fins de enquadramento dos beneficiários. As medidas, além de igualar as condições de pagamento às operações a serem contratadas pelo novo MCMV, favorecendo as famílias, refletem a adequação das contratações à realidade brasileira de 2023.