Predomínio de skunk nas apreensões revela crescimento da produção e do envio ilegal entre países vizinhos
A Polícia Federal incinerou cerca de duas toneladas de drogas apreendidas em operações realizadas nos últimos três meses na região de fronteira entre Brasil e Bolívia.
A destruição do material ocorreu nesta quinta-feira (19) e marca a etapa final de ações que retiraram grande quantidade de entorpecentes de circulação entre abril e junho deste ano. Todo o procedimento seguiu os protocolos legais e foi acompanhado por órgãos fiscalizadores.
A maior parte da droga incinerada era skunk, uma versão mais potente da maconha, com alta concentração de substâncias psicoativas. O volume reforça uma tendência observada recentemente: o crescimento expressivo da produção e do envio desse tipo de entorpecente a partir do território boliviano.
A região de fronteira tem se consolidado como uma das principais rotas utilizadas por organizações criminosas para o escoamento da droga para outras partes do país, impulsionada pela expansão do cultivo em larga escala no país vizinho.
A Polícia Federal afirma que mantém operações contínuas na faixa de fronteira, com foco em inteligência, investigação e repressão qualificada, visando conter o avanço do tráfico internacional e garantir maior segurança à população.






