vítima foi assassinada durante uma discussão do casal em fevereiro de 2025
Ilson Garcia, de 29 anos, foi condenado a 36 anos, 10 meses e 13 dias de prisão pelo assassinato da esposa, Juliana Domingues, de 28 anos, em Dourados. O crime aconteceu em fevereiro de 2025, na frente do filho do casal, que tinha oito anos na época.
A decisão foi assinada pelo juiz Ricardo da Mata Reis e determina o cumprimento imediato da pena em regime fechado. Com isso, a prisão provisória de Garcia passou a ser definitiva, e ele não poderá recorrer em liberdade.
O condenado está preso na Penitenciária Estadual de Dourados desde o dia seguinte ao crime, quando foi localizado após buscas realizadas pelas forças de segurança.
Segundo a investigação, o casal estava junto há cerca de oito anos e já havia relatos de episódios de violência doméstica anteriores. Na noite do crime, após uma discussão, Garcia teria atacado Juliana com uma foice. A vítima tentou se defender, mas não resistiu aos ferimentos.
O assassinato aconteceu na comunidade indígena Nhu Porã, às margens da BR-163. O filho do casal presenciou a morte da mãe.
Após o crime, Garcia fugiu para a casa dos pais, na aldeia Tey Kuê, em Caarapó, onde foi encontrado e preso.
A Justiça também determinou a destinação dos materiais apreendidos durante a investigação e estabeleceu prazo para que a família retire o aparelho celular da vítima antes de uma possível destruição do equipamento.






