O basquete brasileiro está de luto. Morreu nesta semana Oscar Schmidt, aos 68 anos, um dos maiores nomes da história do esporte mundial. A informação foi confirmada pela assessoria do ex-jogador.
Conhecido como “Mão Santa”, Oscar construiu uma carreira lendária dentro e fora das quadras, marcada por números impressionantes, talento raro e uma identificação única com a camisa da Seleção Brasileira.
Considerado o segundo maior pontuador da história do basquete mundial, o ex-atleta acumulou mais de 49 mil pontos ao longo da carreira. Pela Seleção, foram seis títulos conquistados e atuações históricas que ajudaram a consolidar o Brasil entre as grandes forças do esporte nas décadas de 1980 e 1990.
Entre seus momentos mais marcantes está a participação nos Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992, quando enfrentou o lendário “Dream Team” dos Estados Unidos — uma das maiores seleções já reunidas no esporte.
Oscar também fez história ao recusar convites da NBA para manter o vínculo com a Seleção Brasileira, decisão que reforçou ainda mais sua imagem de ídolo nacional.
Com uma trajetória que ultrapassa estatísticas, o “Mão Santa” deixa um legado de paixão, disciplina e amor ao basquete. Sua influência atravessou gerações e ajudou a popularizar o esporte no país.
A morte de Oscar Schmidt representa uma perda irreparável para o esporte brasileiro. Ele deixa familiares, amigos e milhões de fãs que acompanharam — e se inspiraram — em sua história.
O Brasil se despede de um gigante das quadras.






