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Mês da Mulher: De SOP à Menopausa, os desafios da saúde feminina são temas de conscientização

Mês da Mulher: De SOP à Menopausa, os desafios da saúde feminina são temas de conscientização

A Onça by A Onça
13:41 sexta-feira, 6 março 2026
in Assembléia Legislativa, MS, Política
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O mês de março, tradicionalmente voltado às comemorações do Dia das Mulheres, também é marcado por duas semanas de conscientização sobre a saúde feminina que, como em ondas, oscila entre hormônios e desafios muitas vezes difíceis de lidar, mas com informação e prevenção é possível manter uma vida saudável e atravessar o mar das intempéries.

Mês da Mulher: De SOP à Menopausa, os desafios da saúde feminina são temas de conscientização
Ambas leis são de autoria de Neno Razuk (PL) 
Foto: Luciana Nassar / ALEMS

Na primeira quinzena de março em Mato Grosso do Sul ocorre a Semana Estadual de Conscientização para Mulheres no Climatério e na Menopausa, por força da Lei Estadual 6.493/2025. A autoria é do deputado Neno Razuk (PL), também autor da Semana Estadual de Conscientização sobre a Síndrome do Ovário Policístico (SOP), via Lei Estadual 5.933/2022, que marca toda segunda semana do mês de março.

O deputado estadual defendeu que as semanas podem conter ações como palestras, campanhas de exames e diagnósticos, incentivo de atendimento multidisciplinar e que promovam a identificação precoce das condições, dando “mais um passo para garantir, efetivamente, às mulheres seu direito integral à saúde e de acesso a informações necessárias para que possam manter uma boa qualidade de vida em todas as idades”.

Imagem: Ministério da Saúde

Ovários Policísticos

Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo, a Síndrome dos Ovários Policísticos é caracterizada pelo aumento da produção de hormônios masculinos, provocando dentre os sintomas:

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– irregularidade menstrual, – hiperandrogenismo (pelos excessivos, acne, alopecia), – o aumento do volume ovariano, com presença de cistos.

A literatura indica que a doença prejudica a fertilidade e está associada com o maior risco para o desenvolvimento de câncer de endométrio, ataque cardíaco e diabetes. O tratamento é indicado com dieta alimentar, prática de atividade física, controle do estresse, para melhorar a resistência à insulina e o retorno do ciclo ovulatório, também tratamento medicamentoso indicado por médico qualificado.

Climatério

Já o climatério é fase de transição natural na vida da mulher entre o período reprodutivo e a pós-menopausa, quando se encerra o ciclo menstrual. Nessa transição ocorre a queda na produção de hormônios provocando diversos sintomas, segundo elencou o Ministério da Saúde, entre outros:

Um dos sintomas mais frequentes no climatério são os fogachos. 
Imagem gerada por IA. 

– ondas de calor (fogachos), – irregularidade de ciclos, – infecções urinárias, – ressecamento vaginal, – diminuição da libido, – alterações na pele, cabelos e unhas, – perda de memória, – insônia, – instabilidade emocional, – melancolia e depressão.

Ainda segundo detalha o Ministério da Saúde, o tratamento envolve reposição hormonal para o alívio dos sintomas físicos e psíquicos, manter acompanhamento ginecológico, evitar ganho de peso, manter boa alimentação e atividade física para controlar a pressão arterial, prevenir osteoporose e atenuar as mudanças de humor.

Em levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nas duas últimas décadas no Brasil, o número de separações entre pessoas com mais de 50 anos aumentou 28%, superando a taxa entre casais mais jovens, de 22%. O fenômeno do divórcio neste período de climatério também foi observado pela pesquisadora americana de Susan L. Brown, que codirige um centro de pesquisas sobre casamentos e famílias na Universidade Estadual de Bowling Green, nos EUA. Ela cunhou o termo “divórcio grisalho”, que também reflete, além da fase de mudanças hormonais, as mudanças sociais, como maior independência financeira das mulheres.

Mulher como protagonista da sua saúde

Entre as diferentes fases, do período reprodutivo ao fim da ovulação, a mulher tem o papel de protagonista da sua saúde com o acompanhamento correto e a manutenção do estilo de vida saudável. Tomar consciência das mudanças hormonais ao longo da vida é a chave descrita pela médica endocrinologista Tessa Krug para colocar a mulher nesse papel.  

“Quando a mulher entende o que está acontecendo com seu corpo,
ela deixa de apenas reagir e passa a cuidar da própria saúde”,
disse a médica Tessa Krug. Foto: Arquivo pessoal

“Entre as diferentes fases da vida feminina, duas condições frequentemente despertam dúvidas e merecem atenção especial: a Síndrome dos Ovários Policísticos e a menopausa. Mas o que interliga essas duas fases? Ambas envolvem alterações hormonais significativas e exigem um olhar individualizado. Uma mulher com histórico de SOP, por exemplo, pode chegar à menopausa com maior risco metabólico, maior propensão à resistência à insulina e à síndrome metabólica. Por isso, conhecer o próprio diagnóstico ao longo da vida faz toda a diferença”, explicou a profissional.

Segundo a médica endocrinologista, não normalizar alterações hormonais que causam desconforto e não aceitar que os sintomas que precisam ser “simplesmente suportados” é o que leva ao diagnóstico correto e, consequentemente, a tratamentos seguros e eficazes.

“Isso transforma completamente a qualidade de vida, além de impactar positivamente a saúde no longo prazo. Quando a mulher entende o que está acontecendo com seu corpo, ela deixa de apenas reagir aos sintomas e passa a cuidar da própria saúde de forma preventiva e estratégica. Saúde hormonal feminina não é luxo, não é vaidade. É qualidade de vida, é prevenção e é autonomia. E a informação é sempre o primeiro passo para isso”, concluiu Tessa Krug.

Saiba mais sobre os dois temas acessando a Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde clicando aqui. 

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Tags: ALEMSAssembléia LegislativaMSpolítica

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