21:45 sábado, 28 fevereiro 2026
A Onça
No Result
View All Result
A Onça
No Result
View All Result
A Onça
No Result
View All Result

Slide Slide

Retirada de produtos tóxicos do rio Tocantins deve ser feita em abril

Retirada de produtos tóxicos do rio Tocantins deve ser feita em abril

A Onça by A Onça
10:49 quarta-feira, 22 janeiro 2025
in Brasil
A A

A retirada das bombonas de agrotóxicos que caíram no rio Tocantins, com a queda da ponte Juscelino Kubitschek, na BR-226, entre Estreito, no Maranhão, e Aguiarnópolis, no Tocantins, deve acontecer no fim de abril, segundo informou o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Na queda, duas carretas com ácido sulfúrico e uma com agrotóxicos caíram com a ponte e ficaram a uma profundidade de mais de 40 metros. Bombona é uma frasco bojudo destinado ao transporte e armazenamento de gases e produtos químicos

Segundo o Ibama, a retirada decorre do aumento no volume da vazão do rio por conta da abertura das comportas da Usina Hidrelétrica de Estreito (UHE), operada pelo Consórcio Estreito Energia (Ceste). O aumento no volume e, consequentemente na correnteza do rio Tocantins, inviabiliza a realização de mergulhos.

Notícias relacionadas:Desabamento da ponte entre MA e TO afeta economia na região.DNIT inicia retirada de veículos da ponte Juscelino Kubitschek.Marinha retoma busca por vítimas de queda de ponte entre MA e TO.“Considerando as dificuldades relacionadas à profundidade do rio no local do acidente – mais de 40 metros, a vazão de água, visibilidade entre outros aspectos – estimou-se a necessidade de 145 dias de mergulhos para a retirada de todo o material do leito do rio, conforme indicado no Plano de Mergulho da Empresa Port Ship, contratada pela Ambipar [Ambipar Participações e Empreendimentos S/A] para a atividade”, informou o Ibama nessa terça-feira (21), por meio de sua assessoria de comunicação.

Dos caminhões que caíram no rio Tocantins com o colapso da ponte, dois transportavam ácido sulfúrico, totalizando 76 toneladas do produto, e um levava 22 mil litros de agrotóxicos: Carnadine, Pique 240SL e Tractor.

Para a operação de resgate, as companhias transportadoras de produtos perigosos e a empresa dona da carga de agrotóxicos contrataram empresas de resposta a emergências químicas.

Você podequerer ler

Diário de mediador revela reviravolta em conversas entre EUA e Irã

Diário de mediador revela reviravolta em conversas entre EUA e Irã

28 de fevereiro de 2026
Conselho de Segurança faz reunião de emergência após ataques ao Irã

Conselho de Segurança faz reunião de emergência após ataques ao Irã

28 de fevereiro de 2026
Financiamentos a desabrigados em Minas seguirão modelo do RS, diz Lula

Financiamentos a desabrigados em Minas seguirão modelo do RS, diz Lula

28 de fevereiro de 2026
Pix por aproximação completa um ano com baixa adesão

Pix por aproximação completa um ano com baixa adesão

28 de fevereiro de 2026

Mergulhos

Os mergulhos realizados até o dia 9 de janeiro conseguiram retirar 29 bombonas com 20 litros de agrotóxicos cada. No dia seguinte, os trabalhos foram suspensos devido ao aumento de vazão de água da Usina Hidrelétrica de Estreito.

O Ibama explicou que a realização de mergulhos no local só é possível – de maneira segura e eficaz – quando a vazão do rio está em aproximadamente 1.000 m³/s. Esta vazão só é possível por ações de controle realizados pela UHE Estreito.

O consórcio que administra a usina informou não ser possível garantir uma vazão que assegure janelas de mergulhos no período úmido, que se estende até fim de abril.

O Ibama disse que – com o aumento da vazão do rio Tocantins – é esperado que as bombonas se desloquem da área do acidente, podendo atingir localidades distantes.

“Diante dessa possibilidade, foi solicitado ao Consórcio Estreito Energia (Ceste) apresentação de previsão da vazão à jusante da UHE Estreito e previsão de abertura de possíveis janelas para mergulho, com o controle da vazão para próximo a 1.000 m³/s.”, informou o órgão ambiental.

Tragédia

A Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava os estados do Maranhão e Tocantins pela BR-226, desabou no fim da tarde do dia 22 de dezembro de 2024. Na ocasião, três veículos de passeio, três motocicletas e quatro caminhões que trafegavam na ponte caíram no rio, com 18 pessoas. A operação de busca e resgate teve início ainda no mesmo dia com o uso de embarcações.

Das 17 pessoas desaparecidas na tragédia, 14 já foram localizadas. As buscas pelos desaparecidos continuam a ser realizadas com a utilização de embarcações e drones aéreos. Os mergulhos foram suspensos em razão do aumento no volume da vazão do rio Tocantins por conta da abertura das comportas da usina hidrelétrica de Estreito.

As pessoas que permanecem desaparecidas após o acidente na ponte são: Salmon Alves Santos, de 65 anos e Felipe Giuvannuci Ribeiro, 10 anos, avô e neto, respectivamente, e Gessimar Ferreira da Costa, de 38 anos.

Siga A Onça no


Compartilhe isso:

  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
Tags: Agencia BrasilBrasilNotícias

Leia também

Diário de mediador revela reviravolta em conversas entre EUA e Irã

Diário de mediador revela reviravolta em conversas entre EUA e Irã

by A Onça
28 de fevereiro de 2026

O acompanhamento das redes sociais do mediador da negociação entre os Estados Unidos e o Irã revela que, em um período de 48 horas, as conversas sobre os limites do programa nuclear iraniano experimentaram uma reviravolta, que terminou com uma...

Conselho de Segurança faz reunião de emergência após ataques ao Irã

Conselho de Segurança faz reunião de emergência após ataques ao Irã

by A Onça
28 de fevereiro de 2026

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) realiza reunião de emergência, neste sábado (28), sobre os ataques no Oriente Médio. Na pauta na reunião estão os ataques realizados por Estados Unidos e Israel ao Irã. A reunião está...

Financiamentos a desabrigados em Minas seguirão modelo do RS, diz Lula

Financiamentos a desabrigados em Minas seguirão modelo do RS, diz Lula

by A Onça
28 de fevereiro de 2026

Os financiamentos de moradias a famílias que perderam a casa nas fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata de Minas Gerais seguirão o modelo adotado nas enchentes do Rio Grande do Sul há dois anos, disse neste sábado (28)...

Load More
  • Home
  • Política de Cookies
  • Posts

© 2023 A Onça

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password? Sign Up

Create New Account!

Fill the forms below to register

All fields are required. Log In

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • Home
  • Postagens
  • Artigos da Onça
  • Brasil
  • Polícia
  • Governo
  • Campo Grande
  • Política
  • Saúde
  • Clima
  • Emprego
  • Cultura e Lazer
  • Emprego

© 2023 A Onça

Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições Ver política de privacidade