Parceria amplia acesso a documentos antigos e protege materiais raros contra danos e perda
Um termo de cooperação assinado na segunda-feira (30) vai permitir a digitalização de milhares de documentos históricos em Mato Grosso do Sul, ampliando o acesso público e garantindo a preservação do acervo.
O acordo envolve a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, por meio do Arquivo Público Estadual, e o Instituto de Preservação Documental e Cultural Interamericana. A iniciativa também inclui instituições parceiras, como o Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, a Cúria Diocesana de Corumbá e a Polícia Militar.
Com a parceria, o IPDCI ficará responsável pela digitalização dos documentos e manterá uma cópia do material, enquanto o Arquivo Público segue como detentor do acervo original. Todo o processo deve respeitar as normas da Lei Geral de Proteção de Dados.
A digitalização vai facilitar o acesso de pesquisadores e da população em geral, permitindo buscas mais rápidas e reduzindo a necessidade de manuseio dos documentos físicos — muitos deles antigos e frágeis. Com isso, a expectativa é aumentar a durabilidade desses materiais históricos.
Além de preservar a memória do Estado, a iniciativa deve fortalecer pesquisas acadêmicas e estudos sobre a história regional, oferecendo uma base documental mais ampla e acessível para diferentes áreas do conhecimento.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a medida representa um avanço importante na proteção do patrimônio histórico e cultural sul-mato-grossense, além de garantir que essas informações estejam disponíveis para as futuras gerações.






