Após reação ao leite, família busca fórmula especial e apoio para tratamento
Com apenas um mês de vida, a pequena Maitê de Arruda Campos segue internada na Maternidade Cândido Mariano, em Campo Grande, após enfrentar complicações de saúde logo após o nascimento.
A bebê nasceu em 25 de maio com diagnóstico de toxoplasmose congênita e, por isso, precisou ser internada e iniciar o uso de fórmula infantil ainda nos primeiros dias de vida.
Durante o período de internação, Maitê apresentou uma reação adversa à alimentação, relacionada a uma alergia a componentes presentes no leite. O quadro evoluiu para uma infecção intestinal, o que exigiu cuidados intensivos e levou a recém-nascida a ficar cerca de 15 dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).
Após apresentar melhora, ela foi transferida para a enfermaria, mas segue hospitalizada enquanto a família tenta viabilizar a continuidade do tratamento fora do ambiente hospitalar.
De acordo com a mãe, Amanda Arruda Campos, de 24 anos, a recomendação médica é o uso de uma fórmula infantil extensamente hidrolisada e sem lactose. Para o primeiro mês fora do hospital, seriam necessárias pelo menos seis latas do produto.
O custo, segundo pesquisas feitas pela família, gira em torno de R$ 70 por unidade, valor que tem dificultado a compra. Sem condições financeiras, parentes e amigos iniciaram uma campanha de arrecadação para ajudar no tratamento.
A família também pretende acionar o Ministério Público para tentar garantir o fornecimento do alimento especializado, mas relata que o processo pode levar semanas até uma possível liberação.
Enquanto isso, a mobilização segue para garantir que Maitê tenha acesso à dieta necessária para continuar se recuperando.





