Especialistas alertam para sinais de anafilaxia e reforçam importância do atendimento rápido
No Dia Mundial da Alergia, celebrado em 8 de julho, especialistas reforçam a importância de reconhecer os sinais de reações alérgicas, que podem surgir em qualquer fase da vida e, em casos mais graves, evoluir rapidamente para situações de risco.
As alergias são respostas exageradas do sistema imunológico a substâncias que, na maioria das pessoas, não causariam problemas. Entre as mais comuns estão rinite, asma, dermatite, além de reações a alimentos, medicamentos e picadas de insetos.
Em quadros mais severos, pode ocorrer a anafilaxia, uma reação rápida e potencialmente fatal. O estágio mais grave é o choque anafilático, quando há queda acentuada da pressão arterial, risco de perda de consciência e dificuldade respiratória.
Os principais sinais de alerta incluem manchas avermelhadas pelo corpo, inchaço no rosto ou nos lábios, falta de ar, chiado no peito, sensação de garganta fechando, vômitos e tontura. Os sintomas costumam aparecer poucos minutos após o contato com o agente causador.
Nesses casos, o atendimento deve ser imediato. A adrenalina é o único medicamento capaz de reverter rapidamente a anafilaxia e precisa ser aplicada o quanto antes. Mesmo após a melhora inicial, a orientação é procurar um serviço de emergência para avaliação e acompanhamento.
Outro ponto de atenção é que não há como prever quem terá uma reação grave antes do primeiro episódio. Por isso, identificar o que desencadeia a alergia e evitar a exposição são medidas fundamentais.
Após qualquer reação, o acompanhamento com médico especialista é essencial para confirmar o diagnóstico e orientar um plano de ação, reduzindo riscos em situações futuras.
A orientação também se estende a familiares e cuidadores, que devem estar atentos aos sinais e saber como agir diante de uma emergência.






