Especialista orienta pais sobre sintomas que exigem atendimento imediato e reforça atenção à dificuldade respiratória
Com Mato Grosso do Sul entre os estados com maior índice de casos de síndrome respiratória aguda grave em crianças pequenas, a Cassems faz um alerta para os sinais que indicam agravamento da doença e necessidade de atendimento médico imediato.
Segundo a pediatra Jheth Jeane Mundim, muitos pais costumam observar apenas sintomas como febre e tosse, mas os sinais respiratórios são os que mais exigem atenção, principalmente em crianças menores de dois anos.
Um dos casos acompanhados pela rede foi o do pequeno Leonardo, de 1 ano e nove meses, que precisou ficar internado por cinco dias no Hospital Cassems de Campo Grande após apresentar piora rápida do quadro respiratório.
De acordo com a especialista, crianças são mais vulneráveis porque ainda possuem o sistema imunológico em desenvolvimento e vias aéreas mais estreitas, o que facilita complicações respiratórias durante infecções virais.
Entre os principais sinais de alerta estão respiração acelerada, esforço para respirar, afundamento das costelas, dificuldade para se alimentar, sonolência excessiva, irritabilidade fora do normal e coloração arroxeada nos lábios ou extremidades.
A médica orienta que casos leves podem ser acompanhados em casa ou em consultas ambulatoriais, mas o hospital deve ser procurado quando houver dificuldade respiratória, prostração, recusa alimentar ou sinais de desidratação.
Além do atendimento presencial, os beneficiários da Cassems também podem utilizar o serviço de Tele Saúde, disponível 24 horas por meio do aplicativo da instituição, para orientação médica à distância.






