Por outro lado, três itens ficaram mais baratos: açúcar cristal (-3,88%), banana (-3,07%) e farinha de trigo (-0,90%)
Em abril de 2026, o preço da cesta básica em Campo Grande registrou alta de 2,60% em comparação a março, chegando a R$ 826,89. Em relação a abril de 2025, houve aumento acumulado de 2,71%, enquanto no primeiro quadrimestre de 2026 a elevação chegou a 6,57%.
No comparativo mensal, 10 dos 13 produtos que compõem a cesta apresentaram aumento de preço. Os maiores reajustes foram da batata (19,57%) e do tomate (11,89%), que voltaram a pressionar o custo dos alimentos essenciais pelo segundo mês consecutivo. Também tiveram alta o leite integral (8,78%), óleo de soja (3,64%), feijão carioca (3,14%), arroz agulhinha (3,02%), manteiga (1,98%), carne bovina de primeira (1,32%), café em pó (0,80%) e pão francês (0,50%).
Por outro lado, três itens ficaram mais baratos: açúcar cristal (-3,88%), banana (-3,07%) e farinha de trigo (-0,90%).
No acumulado de 12 meses, as maiores altas foram do feijão carioca (34,50%), carne bovina de primeira (8,42%) e pão francês (6,18%). Também subiram óleo de soja (3,79%), café em pó (2,26%), leite integral (1,68%) e batata (0,20%). Já apresentaram queda arroz agulhinha (-27,69%), açúcar cristal (-22,03%), tomate (-14,86%), farinha de trigo (-1,79%), manteiga (-1,32%) e banana (-0,33%).
No primeiro quadrimestre de 2026, os maiores aumentos foram do tomate (58,72%), feijão carioca (35,69%) e batata (22,79%). Também subiram leite integral (5,57%), carne bovina de primeira (3,93%), arroz agulhinha (2,50%) e manteiga (1,06%). O pão francês permaneceu estável. Já tiveram queda açúcar cristal (-9,55%), óleo de soja (-7,85%), farinha de trigo (-4,97%), banana (-4,54%) e café em pó (-4,04%).
O impacto da alta também foi sentido no bolso do trabalhador. Em abril de 2026, quem recebia salário mínimo de R$ 1.621,00 precisou trabalhar 112 horas e 13 minutos para adquirir a cesta básica, acima das 109 horas e 23 minutos de março. Em abril de 2025, esse tempo era de 116 horas e 41 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após desconto da Previdência Social, a cesta comprometeu 55,15% da renda em abril de 2026. Em março, o percentual era de 53,75%, enquanto em abril de 2025 chegava a 57,34%.






