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Em série da Rádio MEC, Ruy Castro traz canções de carnavais antigos

Em série da Rádio MEC, Ruy Castro traz canções de carnavais antigos

A Onça by A Onça
13:20 domingo, 9 fevereiro 2025
in Brasil
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No mês que antecede a folia, a Rádio MEC estreia a série A Música do Carnaval, produção inédita apresentada pelo jornalista e escritor Ruy Castro. O programa sobre marchinhas e sambas de carnavais antigos vai ao ar na emissora pública com edições semanais a partir deste domingo (9), às 21h.

Com quatro episódios de uma hora, o conteúdo mescla clássicos do cancioneiro nacional e histórias narradas pelo imortal a respeito de cada obra. A atração destaca curiosidades e revela bastidores sobre os intérpretes, os compositores e essas preciosidades do repertório popular.

Notícias relacionadas:Carnaval de rua do Rio terá 15 blocos neste fim de semana.Ambulantes terão “creche” para deixar os filhos no carnaval do Rio.Riotur credencia 15 mil vendedores autônomos no Carnaval de Rua.”Nesta série de programas vamos apresentar dezenas de grandes marchinhas e sambas dos carnavais do passado. Mas não é por nenhum saudosismo. É que o carnaval também é cultura, e a cultura é de todas as épocas”, define o jornalista, sobre as canções criadas entre as décadas de 1930 e 1960.

A nova produção original de Ruy Castro, Heloisa Seixas e Julia Romeu está disponível em várias plataformas. Além de acompanhar no dial, o ouvinte pode conferir o conteúdo exclusivo no app Rádios EBC, na transmissão em streaming no site da emissora pública e em formato podcast pelo Spotify.

Na estreia, o seriado resgata marchinhas como Hino do Carnaval Brasileiro, de Lamartine Babo; A Jardineira, de Benedito Lacerda e Humberto Porto; Nós, os Carecas, de Roberto Roberti e Arlindo Marques Jr; Pierrô Apaixonado, de Noel Rosa e Heitor dos Prazeres; e Aurora, de Mario Lago e Roberto Roberti, entre outras.

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Gêneros carnavalescos

Ruy Castro aborda o tema das músicas lembradas no programa.

“As marchinhas, tanto as alegres quanto as mais românticas, gostavam de falar do próprio carnaval. Também serviam para fazer crítica social e para descrever o cotidiano do brasileiro. Quase todas eram assim: engraçadas, maliciosas e nada inocentes”, pontua.

Grandes intérpretes do país entoavam esses sucessos. “Todos os cantores daquele tempo, mesmo os mais românticos, cantavam carnaval. Até mesmo o talvez maior de todos: Orlando Silva”, lembra o jornalista que ainda menciona nomes como Carmen Miranda, Aracy de Almeida, Mario Reis, Almirante e Francisco Alves, conhecido como “O Rei da Voz”.

“Ainda que a partir dos anos 1930 as marchinhas tenham reinado na folia, elas não estavam sozinhas. Havia também os sambas de carnaval, que eram gravados especialmente para a época e tocavam no rádio sem parar. Não confundir com os sambas-enredo, cantados pelas escolas de samba. Ambos – sambas e marchinhas – foram os dois grandes gêneros carnavalescos até os anos 1960”, diz Ruy Castro.

O pesquisador explica como era essa dinâmica no cotidiano. “Todos os compositores importantes faziam tanto marchinhas quanto sambas de carnaval. As composições eram gravadas em meados do segundo semestre e lançadas no fim do ano. Tocavam o tempo todo no rádio, o povo aprendia e, quando chegava o carnaval, as multidões cantavam nas ruas. Esta era a magia do carnaval”, celebra.

O clássico Cidade Maravilhosa, marchinha de André Filho, em versão instrumental, com Zaccarias e sua orquestra, embala o prefixo da série com a alegria que marcava os bailes de carnaval do século passado e atravessa gerações. “Todos a conhecemos muito bem. Embora tenha sido composta para o carnaval de 1935, ela se tornou em 2003 o hino oficial da cidade do Rio de Janeiro”, ratifica o jornalista.

Sobre Ruy Castro

O jornalista e escritor Ruy Castro começou sua trajetória profissional como repórter em 1967, no Rio de Janeiro, e atuou nos principais veículos da imprensa carioca e paulistana. Em 1988 passou a se dedicar aos livros e fez sua estreia como escritor em 1990, com o lançamento de Chega de saudade: a história e as histórias da bossa nova.

É autor de biografias de Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda, reconstituições históricas sobre a bossa nova, o samba-canção e o Rio de Janeiro dos anos 1920, além de romances e obras sobre cinema e literatura. Em 2021, foi agraciado com o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL). No ano seguinte, foi eleito para ocupar a cadeira 13 da ABL.

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Tags: Agencia BrasilBrasilNotícias

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