Candidata a deputada federal destaca realidade de mulheres vítimas de violência e mães de pessoas com deficiência para cobrar políticas públicas que funcionem na vida real
Em uma eleição cada vez mais marcada pela tentativa de encaixar candidatos entre direita e esquerda, Viviane Luiza escolheu responder de outra forma a tão difícil polarizado que o país vive: seu lado, segundo ela, é o da cidadania.
Candidata a deputada federal, Viviane percorreu os 79 municípios de Mato Grosso do Sul nos últimos anos e afirma que foi justamente o contato com a realidade das pessoas que moldou sua maneira de enxergar a política. Longe dos discursos prontos, ela diz ter encontrado mulheres que não queriam saber de ideologia, mas precisavam de condições mínimas para reconstruir a própria vida.
“Esses dias me pararam e perguntaram: ‘Viviane, você é da direita ou da esquerda?’. Sinceramente, nos últimos anos eu percorri os 79 municípios de Mato Grosso do Sul e o que mais vi foi mulher segurando medida protetiva na mão e sem nenhum real no bolso para recomeçar a vida”, afirmou.
A candidata também chamou atenção para a situação das mães atipicas, que sem escolha deixam o mercado de trabalho, a carreira e os próprios projetos para se dedicar integralmente aos cuidados de filhos com deficiência.
Quando esses filhos morrem, além da dor da perda, essas mulheres enfrentam o corte imediato do benefício e ficam sem qualquer apoio para reconstruir a vida profissional e financeira.
“Ela largou o emprego e a carreira lá atrás. Quando perde o filho, o benefício é cortado na mesma hora e o sistema não oferece uma oportunidade para que ela possa recomeçar”, pontuou.
Com histórico de atuação nas áreas social, humana e da educação, Viviane Luiza tenta construir sua candidatura distante da polarização vazia e próxima dos problemas enfrentados diariamente pela população. Para ela, a política precisa ser medida menos pelos rótulos partidários e mais pela capacidade de transformar direitos escritos em resultados concretos.
“Nenhuma dessas pessoas me perguntou de que lado eu era. Elas só precisavam que as coisas funcionassem. Mas, na verdade, sabe qual é o meu lado? É o da cidadania. É fazer com que a política saia do papel e chegue com qualidade à vida das pessoas”, concluiu.
Em meio a tantos candidatos mais preocupados em reproduzir discursos ideológicos do que apresentar soluções, Viviane Luiza busca se firmar como uma alternativa que conhece a realidade de Mato Grosso do Sul e defende uma política com sensibilidade, experiência e resultado na ponta.




