Senadora afirma que votação deve ser livre e secreta e diz que pretende ouvir os parlamentares, especialmente as 12 mulheres que chegam à Casa
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) defendeu que os parlamentares eleitos em 2026 participem das conversas sobre a próxima Presidência do Senado. Em manifestação publicada nesta terça-feira (27), ela afirmou que a escolha será feita em fevereiro, por voto livre, soberano e secreto dos 81 senadores.
Tereza destacou que os 54 parlamentares eleitos ou reeleitos ainda não foram diplomados e têm direito de expressar suas opiniões no momento adequado. Segundo a senadora, a decisão também deve considerar a vontade dos eleitores que eles representam.
A parlamentar afirmou ainda que pretende ouvir todos os colegas e que estará disponível para receber os novos integrantes da Casa. Ela citou especialmente as 12 mulheres eleitas para o Senado, que tomarão posse em fevereiro de 2027.
A declaração ocorre em meio à disputa pela sucessão de Davi Alcolumbre (União-AP), cuja eleição está prevista para 1º de fevereiro de 2027. Tereza já manifestou interesse em comandar o Senado e afirmou que gostaria de ser a primeira mulher a ocupar a Presidência da Casa.
Hoje, a Federação União Progressista, formada pelo PP e pelo União Brasil, anunciou apoio à reeleição de Alcolumbre. A votação, porém, é secreta, e o apoio declarado pelas siglas não determina necessariamente o voto individual de cada senador. A nota de Tereza não cita candidatos nem informa se ela mantém a intenção de disputar o cargo.
A nova legislatura terá 54 senadores eleitos em outubro: 40 ocuparão o Senado pela primeira vez e 14 foram reeleitos. Os mandatos começam em 1º de fevereiro de 2027.





