Após a prisão do diretor-presidente da Agesul e ex-secretário municipal de Obras de Campo Grande, Rudi Fiorese, durante a operação “Buraco Sem Fim”, o Governo do Estado confirmou que ele será exonerado do cargo. As investigações seriam referente ao primeiro mandato do ex-prefeito Marquinhos Trad, que atualmente é vereador pelo PV.
A operação foi deflagrada na manhã desta terça-feira (12) pelo Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc), do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, e apura supostas irregularidades em contratos de tapa-buracos e manutenção de vias da Capital.
Além de Rudi Fiorese, também foram presos o empresário Mehdi Talayeh e Edivaldo Aquino Pereira. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep).
Em nota, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog) afirmou que não é alvo da investigação e destacou que os fatos investigados se referem ao período em que Rudi comandava a Secretaria de Obras de Campo Grande.
“A Seilog esclarece que tomou conhecimento da operação, que apura contratos do Município de Campo Grande, e que não é alvo da investigação. O diretor-presidente da Agesul figura por sua atuação anterior na Secretaria de Obras da Capital, período ao qual a investigação se restringe”, informou.
O governo também confirmou que já tomou as providências administrativas necessárias, incluindo a exoneração do servidor.
“A Seilog, comprometida com lisura e transparência na administração pública, acompanha o desenrolar da investigação”, finaliza a nota.





